Alguém quer dar uma mãozinha a este blogue utilizando os seus dotes artísticos e transformá-lo em algo minimamente agradável ao olhar, meu e de todos?? Se houver algum artista por aí, faça o favor de se chegar à frente. Caso contrário vou ter de chatear o Rodrigo Rodalarga outra vez este ano, mas acho que já ultrapassei o crédito...
Bom, aguardo pela vossa chuva de respostas!
Segunda-feira, Junho 22, 2009
Domingo, Junho 21, 2009
245 dias e meia dúzia de horas depois...
...regresso ao meu Espaço Ultra Reservado. Visitei-o algumas vezes durante o tempo que passou, mas essas visitas contam-se pelos dedos de uma mão. Não senti que o abandonei por um momento que fosse, porque em momento algum se abandonam memórias, mas mantive-o dentro de uma caixinha, como se de uma cápsula do tempo se tratasse. Esta manhã, impelida por uma inexplicável vontade de escrever achei, e estou certa que esta opinião permanecerá invicta, de que é chegada a altura de retomar estas páginas virtuais, como quem pega o toiro pelos cornos.
Com o passar destes 245 dias dei por mim convencida de que era corajosa para além da minha anterior convicção. Depois, apenas percebi, que a capacidade de superação faz parte da evolução humana e fiquei mais descansada...esta história de ser heroína é uma pressão à qual não me posso dar ao luxo.
245 dias depois olho para trás e percebo o quanto mudei, com a incerteza, no entanto, de que à minha volta esteja tudo diferente. Dentro de 15 dias regressarei a Portugal para provar aos amigos e à família o quanto os amo e o quanto estou agradecida pelo apoio que me deram mesmo a 20 mil quilómetros de distância. Mas não será um regresso a casa, porque em casa já eu estou. Confesso que deixar Macau por um mês inteiro me está a deixar insegura, não pelo receio da realidade frustrante e frustrada que me possa esperar no cantinho à beira-mar plantado, mas porque sei que todas as manhãs vou acordar com saudades desta terra, destas gentes, destes cheiros e até deste calor húmido e exasperante. Pois facto é que contra todas as expectativas sinto-me em casa num sítio que não apresenta a mais pálida parecença (com excepção da calçada portuguesa e das fachadas das igrejas...) com o local que me viu nascer. Não estou do outro lado do mundo, estou sim num outro mundo, bem longe daquele que foi em tempos o meu lar. Num mundo onde encontrei o que afinal de contas eu merecia: felicidade, paz, serenidade e, acima de tudo, amizade. Os amigos que deixei junto ao Atlântico são mais amigos do que alguma vez foram e os que aqui fiz são a minha família, o meu tecto, o meu apoio.
Passo um e outro post publicados neste Espaço e percebo que, desde Maio de 2005 quando abri as portas deste blogue, estive sempre em busca de algo melhor, com a certeza absoluta de que se não o descobrisse, preferia morrer nessa busca. Um dia, mais precisamente a 25 de Agosto de 2008, posei o pé numa terra encantada, estranha, exótica, caótica e claustrofóbica que tornou reais os meus sonhos e me fez perceber que afinal de contas eu era quem sempre quis ser: a minha melhor amiga e fã! Posso parecer presunçosa, mas afinal de contas quantos de vós verdadeiramente olham para o espelho e chegam à conclusão de que para serem felizes vos basta confiarem a 100% no olhar que vos é reflectido?
Com o passar destes 245 dias dei por mim convencida de que era corajosa para além da minha anterior convicção. Depois, apenas percebi, que a capacidade de superação faz parte da evolução humana e fiquei mais descansada...esta história de ser heroína é uma pressão à qual não me posso dar ao luxo.
245 dias depois olho para trás e percebo o quanto mudei, com a incerteza, no entanto, de que à minha volta esteja tudo diferente. Dentro de 15 dias regressarei a Portugal para provar aos amigos e à família o quanto os amo e o quanto estou agradecida pelo apoio que me deram mesmo a 20 mil quilómetros de distância. Mas não será um regresso a casa, porque em casa já eu estou. Confesso que deixar Macau por um mês inteiro me está a deixar insegura, não pelo receio da realidade frustrante e frustrada que me possa esperar no cantinho à beira-mar plantado, mas porque sei que todas as manhãs vou acordar com saudades desta terra, destas gentes, destes cheiros e até deste calor húmido e exasperante. Pois facto é que contra todas as expectativas sinto-me em casa num sítio que não apresenta a mais pálida parecença (com excepção da calçada portuguesa e das fachadas das igrejas...) com o local que me viu nascer. Não estou do outro lado do mundo, estou sim num outro mundo, bem longe daquele que foi em tempos o meu lar. Num mundo onde encontrei o que afinal de contas eu merecia: felicidade, paz, serenidade e, acima de tudo, amizade. Os amigos que deixei junto ao Atlântico são mais amigos do que alguma vez foram e os que aqui fiz são a minha família, o meu tecto, o meu apoio.
Passo um e outro post publicados neste Espaço e percebo que, desde Maio de 2005 quando abri as portas deste blogue, estive sempre em busca de algo melhor, com a certeza absoluta de que se não o descobrisse, preferia morrer nessa busca. Um dia, mais precisamente a 25 de Agosto de 2008, posei o pé numa terra encantada, estranha, exótica, caótica e claustrofóbica que tornou reais os meus sonhos e me fez perceber que afinal de contas eu era quem sempre quis ser: a minha melhor amiga e fã! Posso parecer presunçosa, mas afinal de contas quantos de vós verdadeiramente olham para o espelho e chegam à conclusão de que para serem felizes vos basta confiarem a 100% no olhar que vos é reflectido?
Domingo, Outubro 19, 2008
Um ponto (quase) final
O fim não tem forçosamente de custar, pois de cada vez que algo acaba, outra qualquer coisa tem início. Escrevi aqui muita coisa, mas já nada do que aqui está se adequa com a pessoa que sou hoje. Ajudou-me a crescer, a tornar-me uma pessoa melhor. Principalmente a compreender as lições que a vida me deu. Hoje sou tão diferente que quase não me reconheço num passado que é próximo. As experiências que vivi, as pessoas com quem partilhei esse tempo, os trabalhos que fiz, as situações que enfrentei, moldaram a pessoa que sou hoje.
Assim como não tenho saudades do país em que nasci, também não tenho saudades do que deixei para trás, nada deste mundo me faria voltar, pelo menos neste momento. Cortei toda a ligação que tinha com o meu passado, porque já não faz lógica, porque escolhi seguir em frente para algo melhor, porque diferente, mas também por ser finalmente adequado, por caber que nem uma luva.
Tal como muitas coisas na minha vida que nunca fizeram lógica, até eu escolher que afinal faziam, parece-me adequado que a lógica seja acabar com este blogue
por aqui.
Assim como não tenho saudades do país em que nasci, também não tenho saudades do que deixei para trás, nada deste mundo me faria voltar, pelo menos neste momento. Cortei toda a ligação que tinha com o meu passado, porque já não faz lógica, porque escolhi seguir em frente para algo melhor, porque diferente, mas também por ser finalmente adequado, por caber que nem uma luva.
Tal como muitas coisas na minha vida que nunca fizeram lógica, até eu escolher que afinal faziam, parece-me adequado que a lógica seja acabar com este blogue
por aqui.
Sábado, Outubro 11, 2008
Hosana nas alturas
Uma das coisas que mais me faz gostar de Macau é o facto de, finalmente, sair à rua com saltos de 12cm e sentir-me alta. É fútil, é estúpido e irrelevante, mas só para gente que enverga 1,70 para cima...sendo que a minha vida sempre se desenrolou na "average height" de 1,62m tenho todo o direito a sentir-me mimada e feliz com um pormenor tão ridículo quanto este.
Aqui não só me sinto alta, como sou mesmo, porque consigo ver por cima da cabeça das outras mullheres que param ao meu lado na passadeira para atravessar a rua!!
É claro que os 12 cm a mais ajudam à festa....but that's not really the point here...ok!?
Aqui não só me sinto alta, como sou mesmo, porque consigo ver por cima da cabeça das outras mullheres que param ao meu lado na passadeira para atravessar a rua!!
É claro que os 12 cm a mais ajudam à festa....but that's not really the point here...ok!?
Sexta-feira, Outubro 10, 2008
É por estas e por outras...
Segunda-feira, Setembro 29, 2008
Edgar...dear!

"One of the most difficult things in the world is to convince a woman that even a bargain costs money" Edgar Watson
Dear Edgar,
I'm sure you're a very wise man for only a wise person would be highlighted for such an expression as your own. However this comment of yours does not look that wise to me...and I'm pretty sure the rest of the girls stand up for me on this one! In fact, you forgot that "truth" it's a very personal issue, it is not an universal issue...ask George W. Bush!
So let's keep it simple, classic, elegant and feminine: bargain does not stand for money, at all, when it cames to important things such as shoes, bags and jewelry.
I'll be looking forward to here some more statements from you...and may Chanel save your soul!
Sábado, Setembro 27, 2008
..and then God created the post-it...

..and chinese people felt blessed!
Nunca usei tanto post-it na minha vida, nem nunca tinha visto tanta gente a utilizá-lo. Conheço muitas dependências e muita gente dependente de...enfim...dependências, mas nunca me passou pela cabeça que o post-it pudesse ser tão venerado e consumido.
É claro que a minha faceta absolutamente influenciável pelo modus vivendus consumista fez com que também eu começasse a aderir à moda do papelinho colado, não a cuspe, mas a Uhu.
God save the post-it!
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